12.6.10

Maracanã


Estive, no último dia 26 de maio, e pela primeira vez, no Estádio Jornalista Mário Filho, o tão famoso Maracanã. O jogo era um Fla-Flu, dos mais tradicionais, e válido pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro de 2010.

O primeiro impacto ao chegar é a surpreendente grandeza e beleza do estádio. Para uma construção de 1950, surpreende a qualidade do que se vê hoje por lá. A pintura está nova, há cadeiras em todos os assentos, dois belos telões bastante funcionais, além dos que parecem ser ótimos camarotes e setores de imprensa.

Embora eu não tenha utilizado, outro item bastante positivo para o estádio é o fácil acesso via metrô.


Quanto às pessoas, que são, em última análise, as responsáveis pelo sucesso do espetáculo, duas surpresas. Uma boa e outra ruim.

A boa, que havia espaços da arquibancada nos quais rubro-negros e tricolores coexistiam pacificamente. Sentei-me num desses setores, e foi interessante ver jovens, crianças, mulheres e casais, de ambas as torcidas, sentados lado-a-lado.

A ruim ficou por conta dos vendedores ambulantes que, além de obstruírem a visão e incomodarem pelo barulho, pisavam constantemente nos assentos não ocupados, sujando-os bastante. Uma chuva rala que caía só tornava a coisa pior, porque a sujeira molhada dos sapatos desses ambulantes espalhava-se ainda mais. Essa sujeira, aliás, foi a única nota negativa da noite.

Ah, e quanto ao resultado do jogo? Um justo dois a zero para o Fluminense, para decepção deste flamenguista de última hora.

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